Depois dos tempos de guerra a sociedade global começa a se reerguer pois patrocinar uma guerra so se tem lucro com pilhagem, mas nao sobrou espaço para pilhagem com a tecnologia usada nas ultimas guerras, pois as bombas e incendios destruiram quase tudo.

Paralelamente industrias se esforçavam para conseguir algo que pudesse melhorar a vida, curar a guerra e trazer uma paz definitiva, funcionarios trabalhavam dia e noite para criar um remedio para estupidez humana. Jovens tambem se identificavam com a causa e se empenhavam em aprender e conhecer para ajudar e sobreviver.

Surgindo ai o NERD, expressão que é utilizada desde o final da década de 1950 a partir de duas fontes: os indivíduos que trabalhavam no laboratório de tecnologia, que eram dados a passar noites em claro nas suas pesquisas, na qual a palavra derivaria de Northern Electric Research and Development (Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da companhia Northern Electric do Canadá, hoje Nortel) e tambem os universitarios do MIT (Massachussets institute of technology ou Instituto de Tecnologia de Massachusetts; em português) de chamar alguns alunos de “knurd” (a palavra vem de “drunk”, bêbado em inglês, escrito ao contrário), fazendo uma clara analogia inversa sobre aqueles que não estudam e ficam bêbados em oposição aos que estudam e não se embriagam. Estes que ao sair de casa não entravam em crise de liberdade.

Com isso, a partir das ruinas os paises se reergueram e em tempos de paz a economia prevalece, as leis ganham abrangencia e aplicação (as leis so tem valor se alguem fizer valer). Rapidamente traumas provenientes daqueles que sobreviveram a guerra se tornaram fortes o suficiente para formar um grupo, que gerou um movimento desesperado pela paz e harmonia com a natureza. Idealismo nobre mas muito mal aplicado ainda inadequado para uma sociedade que ainda estava a se acostumar com convivio mutuo e ainda se espantava com a digitalização das coisas. Os hippies são aqueles que carregam esta ideia, atualmente estão praticamente instintos mas deixam legados nas culturas que nasceram depois deles, servindo de ponto de partida para filosofias de equilibrio. Tragicamente nem todos os hippies compreendiam o porque da necessidade de paz e amor, principalmente porque amor é confundido como uma forma carinhosa de sexo, inclusive ate os dias atuais como quando alguem diz: “eu sempre vou te amar” ou “meu amor por você cresce toda vez que te vejo” (quando você ouvir algo que tenha a palavra ‘amor’ ou derivada na frase, experimente trocar por ‘sexo’, ‘tesão’ ou alguma obscenidade. Se nao fizer sentido possivelmente se trata do ‘amor-amor’ mesmo).

Tudo isto foi base para os movimentos sociais, foram os estopins que geraram uma contracultura que visava se libertar dos valores (e preconceitos) de qualquer genero economico ou social (capitalismo, comunismo, socialismo, anarquismo, etc.), disparando para todos os lados ideias independentemente se eram boas ou não, todas buscando um meio melhor para se viver.

Formou-se assim a partir das ideias dos hippies (paz e armonia com a natureza) que aparece um novo movimento onde seus praticantes perceberam que as coisas nao estavam sendo obtidas com paz, armonia e amor antes pregadas pelos hippies. A partir do fim da década de 1970 entra em cena então os Punks, pessoas que começaram a expor a sociedade aquilo que ela esqueceu e teme: o motivo das guerras. Nada pode ser obtido sem luta se o governo nao oferece passificamente oque a população precisa, que deve buscar, gradativamente mais ofensividade ate conseguir oque necessita.

Mas os Punks não apenas expressavam oque havia de errado, eles tambem expunham oque a sociedade acabou esquecendo: a destruição da guerra. Uma guerra é coisa séria, nao só pela quebra de nações e mortes, mas como tudo isso acontece através de matança e exatamente no ambiente em guerra com suas brigas não mais limitadas, estupros, psicopatismos, loucuras e promiscuidades. Os punks expressavam oque foi esquecido com suas musicas e roupas, cortes de cabelos estranhos e objetos sadomasoquistas pendurados na roupa, musicas costumavam demonstrar um profundo pessimismo e niilismo, agredindo diretamente diversos elementos da cultura vigente, sempre em tom sarcástico e agressivo mostrando para a sociedade que nem tudo que parece realmente é, tanto algo que parece bom quanto algo que parece ruim, continuando assim a onda da contracultura que contestava todos os valores e dogmas da sociedade.

Paralelamente ao movimento Punk, tambem tinham aqueles que compartilhavam mais a parte do paz e amor doque a razão da revolta contra o sistema, este movimento social é conhecido como Clubber e existe até hoje assim como o punk. Surgido nos anos 90, os adeptos do movimento Clubber não visavam lutar por um espaço na sociedade. O que os Clubbers queriam mesmo era muito sexo sem compromisso pura diversão que atualmente é comum ser praticado por playboys e patricinhas. O Clubber possibilitou a música eletrônica a ganhar status e ganhar mais adeptos, juntamente com as raves, foi o pai das musicas eletronicas.

Depois destes movimentos, começam a surgir alguns derivados de ambos os estilos, aqueles que conheceram o final da geração dos revoltosos ou festeiros. Estes estilos não sucederam exatamente os anteriores, mas adaptaram parte dos estilos para a propria ideia deles como qualquer cultura que nasce dentro de uma anterior.

Tais estilos são:

EMOs: A versão mais aceita como real é a de que o nome foi criado por publicações alternativas como a revista de Skate Thrasher para descrever a nova geração de bandas de “hardcore emocional” que aparecia no meio dos anos 80, vindo dai o nome de emo. O surgimento do movimento nao foi proposital, mas muitas pessoas se identificaram ideia homosexual com o tema. Atualmente estão quase extindos, sua posição social esta sendo substituida por gente colorida

Grunge: É o movimento musical iniciado no fim dos anos 80, que se diferenciava do Rock de tal forma que foi preciso dar um nome a essa explosão musical que estava se tornando a nova moda, e Grunge (da palavra Grungy, que quer dizer algo como sujo em inglês) foi a escolha. Vendo de maneira geral, é uma atitude rebelde ou mal vista pela sociedade, porém ao mesmo tempo com um pensamento um tanto pessimista ou niilista. Não importando se a causa seja a maneira como a pessoa encara o mundo ou seja por causa de sua própria depressão ou descrença em geral.

Dark/Góticos: Chamada de Dark no início dos anos oitenta apenas no Brasil, é uma cultura contemporânea que teve início no Reino Unido durante o final da década de 1970 e início da década de 1980. A cultura gótica abrange um estilo de vida, estando a ela associados, principalmente, gostos musicais dos anos 80 até o present, estética (visual, “moda”, vestuário, etc) com maquilhagem e penteados alternativos (cabelos coloridos, desfiados, desarrumados) e uma certa “bagagem” filosófica e literária. A música se volta para temas que glamorizam a decadência, o niilismo, o hedonismo e o lado sombrio. A estética sombria traduz-se em vários estilos de vestuário, desde Metal, punk e vitoriano, ou combinações dos anteriores,essencialmente baseados no negro

Fonte: links destacados e sortidos no meio do texto.